Catanduva

Moradora de Santa Adélia é a segunda vítima do H1N1 na região

A jovem Jéssica Aparecida Mandele tinha 21 anos e estava internada no hospital São Domingos em Catanduva.

De acordo com a vigilância epidemiológica de Catanduva, a jovem morreu na última terça- feira, 26 em decorrência da gripe H1N1, no hospital São Domingos, onde estava internada. Esse já e o segundo caso de óbito em decorrência do vírus na região. A primeira vítima foi uma mulher da cidade de Tabapuã, que faleceu no último dia 14 de janeiro.

O Secretário e saúde de Santa Adélia, Fabrício Franco, informou em nota oficial, que a paciente foi levada à Santa Casa do município, pois apresentava um quadro de amigdalite purulenta. Por meio de exames, foi comprovado que Jéssica de fato apresentava essa doença, sendo assim medicada. Porém a paciente retornou ao hospital pois a febre não cedeu.

“De acordo com a equipe médica, a mãe relatou que a paciente queixou-se de dores na região dorsal e foi feito raio-x , com resultado normal. Como a febre não cedia, os médicos a internaram e o quadro evoluiu rapidamente, em função das comorbidades que ela tinha: obesidade mórbida; diabetes e hipertensão. A equipe médica da Santa Casa decidiu encaminhar para o Hospital São Domingos, uma vez que era paciente com convênio Unimed”, declarou.

Atualmente a secretaria de saúde de Catanduva já recebeu 11 notificações da doença, destas 4 confirmadas, 7 suspeitas e 2 óbitos. Para prevenir um surto da doença, a prefeitura realizou nesta semana um treinamentos com profissionais da saúde das unidades de pronto atendimento e hospitais para alertar sobre a postura preventiva e maneiras de tratar os pacientes acometidos pelo vírus.

O Secretário Fabrício de Santa Adélia, também informou que a cidade também adotou algumas posturas de prevenção e alerta. “Todos os casos gripais que chegarem às unidades de atendimento do município serão tratados com o protocolo para o H1N1, com triagem específica, coleta de material para análise em laboratório e adoção de medidas protetivas, entre elas o uso de máscara para quem for entrar em contato com o paciente, que deverá ser mantido em isolamento. Na próxima terça haverá treinamento para as equipes de saúde”, disse.

Sobre a vacinação, as prefeituras ainda não iniciaram a campanha, que geralmente acontece entre os meses de abril a novembro.

Foto: Divulgação Unimed

 

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