Catanduva

Caixa econômica finaliza pagamento de débitos atrasados do grupo GVO

Mais de 6 mil trabalhadores aguardavam a finalização dos pagamentos.

Nesta semana, o Grupo Vigulino de Oliveira pagou as duas últimas parcelas, das 7 determinadas pela justiça, relacionadas aos acertos de atuais e ex- funcionários, das unidades. Segundo informações do Sindicato da Alimentação, mais de 6 mil pessoas receberão.

“O Sindicato não mediu esforços para que os trabalhadores pudessem receber aquilo que tinham para receber por direito. Foram inúmeras reuniões, audiências na Vara do Trabalho, com representantes da usina, com os trabalhadores. Foi um empenho muito grande para que houvesse propriedades a serem penhoradas e leiloadas, como no caso da São José das Borboletas, cuja parte dela foi vendida, e com o dinheiro houve o pagamento dos atrasados dos trabalhadores. Depois, o acordo que resultará no pagamento, com juros e correção, de todos os outros débitos trabalhistas”, afirmou o SINAL em nota.

Os pagamentos foram feitos pela Caixa Econômica Federal, depositados na conta salário dos trabalhadores. A primeira unidade a receber foi Catanduva, depois Moções, José Bonifácio e por fim, Itapira. Cada trabalhador recebe uma quantia diferente, de acordo com o que foi repassado pela GVO à CEF. Sobre o pagamento do Fundo de Garantia, foi feito um acordo entre o grupo e a Caixa. “A partir desse acordo, a empresa passou a depositar uma parcela atrasada e uma atual na conta de seus funcionários. Quanto aos ex-funcionários, a empresa segue depositando o que os mesmos têm por direito até a data em que permaneceram no Grupo. Em caso de dúvidas, consultar a conta do FGTS na Caixa”, informou o sindicato.

A venda de parte da fazenda São José das Borboletas, custou R$ 27 milhões. A previsão para o leilão da outra parte da propriedade não foi divulgada. A dívida da empresa beirava, desde o começo da ação judicial no TRT-15, o valor de R$ 40 milhões que serão pagos em 20 parcelas de R$ 2 milhões. O acordo também previa a quitação dos débitos com os trabalhadores até o mês de abril de 2015. “A previsão inicial era que o pagamento referente a esse acordo começasse em fevereiro. Porém, como tudo é feito por meio judicial, tivemos recesso no final do ano, os pagamentos devem começar em março e ocorrerão da mesma forma, através de depósito bancário”, esclarece o departamento jurídico do Sinal.
Foto e informações: SINAL

 

 

 

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